25 agosto 2010

Just dance!

 Hoje, quando dançei uma música sozinha em meu quarto e logo depois me senti tão completa e feliz, pude perceber o quão energético e revitalizador é dançar. Em nenhum momento, enquando me expressava corporeamente pensei nos meus problemas e muito menos nos meus desgostos, apenas dançei.
 Confeço que sei disso a mais tempo, que não descobri isso agora. O ser humano, porém, tem mania de deixar de lado o que os faz feliz e/ou bem para fazer o que é certo.
 O bom de dançar, foi que o prazer de estar viva não esteve presente em  mim só enquanto me movimentava. Este bem-estar perdurou, e assim eu descobri que dançar é um forma relaxante e gostosa de se fazer o bem.
 Se você não tem ritmo, apenas mexa-se, movimente-se. Faça exercícios, não só para ficar em forma, mas para sentir-se tão bem quanto eu me senti hoje. Dançar te faz alguém melhor, te faz feliz; liberta a alma e a minha, por sinal, é muito feliz e tranquila.

 Diga adeus aos seus problemas, apenas dance!

24 agosto 2010

Talvez, isso seja eu *


 Sei que nada sei, sei que sou tudo ou sou nada. Sei que muitas vezes sei, outras porém, nada sei.
 Quando sei, sou pessoa de riso fácil e choro incontrolável, sou o mel e o fel, sou cheia de amor e despreso para dar e vender, sei que não posso ver as pessoas sofrerem e que mesmo assim adoro fazê-las implorar perdão, sei que sinto prazer em ser e sei também que muitas vezes não consigo reconhecer o quão importante minha vida é, que sei dizer palavras de conforto e que as vezes prefiro as que ferem, sei que sou amada, adulada e que mesmo assim pesso atenção e mais uma dose de amor para poder sobreviver.
 Descobri então que mesmo quando sei, nada sei, que tenho bipolaridade de sentimentos e que isso talvez seja humano, porém desconfortável. Gosto das coisas claras como cristal e ultimamente meu próprio eu tem me traído e me deixado sem saída, ou com dois caminhos a ser percorridos, o que pra mim dá na mesma.
 Talvez eu seja louca ou quem sabe só um pouco sentimental demais. No fim, o que importa é que a confusão mental continua e que enquanto ela simplesmente atingir o estômago como se fossem borboletas alvoroçadas estará tudo bem. Mas isso não se chama amor?! Não sei, apenas sei que nada sei.